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XP censura pesquisa presidencial

Por que a XP censurou pesquisa que encomendou?
O motivo principal da corretora censurar a pesquisa encomendada foi a pergunta:
Quem tem mais características

Os aspectos positivos apresentados aos entrevistados são 8: 
Honestidade, Preocupação com as pessoas, Competência, Inteligência, Equilíbrio, Pulso forte, Ideias novas e modernas, Experiência.
 
O pelos números da pesquisa o eleitor brasileiro considera Lula mais honesto, mais preocupados com as pessoas, mais competente, mais inteligente, mais inteligente e tem mais ideias novas e modernas que Bolsonaro.

O presidente só ganha do ex e futuro presidente no quesito "pulso firme". O que no caso em questão não chega a ser algo positivo [ao contrário] porque o associa com autoritarismo, golpismo e ditadura.

Depois dessa o verme e sua gangue deve estar espumando. #¿$?%!¡-se eles e quem os apoia.

Lula presidente 2022

XP destroi sua credibilidade

No site da XP está escrito:
"Somos uma referência em diversidade e exclusividade de produtos, imparcialidade, transparência e relacionamento"

Que imparcialidade tem uma empresa que deixa de publicar uma pesquisa que vinha sendo divulgada semanalmente?
Qual a transparência de uma empresa que esconde informações a seus clientes?
Que relacionamento é este que aceita pressão de bolsonaristas em desfavor do conjunto de parceiros?

Sinceramente, com certeza essa corretora deu um tiro de canhão no próprio pé.

Lula presidente 2022

Bolsonaro cai, Lula vence no 1º turno

Economia e rejeição: estes são os principais motivos que apontam a vitória de Lula no primeiro turno, segundo a pesquisa do Genial/Quaest
  
Felipe Nunes, diretor da consultoria Quaest, fez uma análise sobre os dados da pesquisa divulgada hoje (08/06/2022) sobre a eleição presidencial brasileira, que acena com a provável vitória do ex-presidente Lula no 1ºturno.

Na pesquisa divulgada hoje quarta-feira, o petista abre 18 percentuais de vantagem e chega a 52,87% das intenções de voto.

De acordo com Nunes, há vários fatores que justificam a preferência dos eleitores brasileiros pelo ex-presidente. Ele ajuda a compreender cada um desses motivos no texto abaixo, publicado em seu Twitter:

Há algumas formas de explicar o favoritismo de Lula. A primeira delas é comparando a rejeição dos candidatos: na disputa entre os menos piores, Lula tem a menor taxa de rejeição entre os candidatos competitivos (40%), Bolsonaro tem a maior (60%).

A péssima percepção do eleitor sobre a situação econômica atual também ajuda a entender porque Lula está na frente: para 44% dos brasileiros, a economia é o principal problema enfrentado pelo país atualmente.

Quando dividimos a economia em sub-temas, identificamos que a inflação passou a ser o principal fator de preocupação do eleitor brasileiro. Em set/21, só 6% diziam que a inflação era o principal problema do país. Hoje, são 23%.

Para 57% dos brasileiros, está ficando mais difícil pagar as contas nos últimos meses, e 63% dizem que a economia brasileira piorou no último ano. Tudo isso ajuda a explicar por que o governo está tentando de tudo para diminuir a pressão inflacionária criada pelo aumento dos combustíveis.

Se para 66% dos brasileiros a situação econômica influencia muito ou mais ou menos o voto para presidente, Bolsonaro precisa encontrar saídas que tirem do seu colo a responsabilidade pelo problema.

E o presidente precisa fazer isso logo, porque cresceu o percentual de brasileiros que afirmam que é Bolsonaro o principal responsável pelo aumento nos preços dos combustíveis (passou de 24% para 28% em dois meses).

Para piorar, Bolsonaro enfrenta o candidato cujo governo é tido por 62% dos eleitores como o melhor da história recente para fazer seu salário ter mais poder de compra. Ou seja, até eleitores adversários reconhecem que o salário valia mais durante o governo Lula.

Mas não é só de economia que se faz uma eleição. Campanhas são guerras de narrativas que apelam para os sentimentos das pessoas. Por conta disso, nós testamos o ‘medo’ e o ‘merecimento’ na visão do eleitorado do país.

Mais da metade dos eleitores tem medo de que o atual governo continue (52%), enquanto 35% tem medo da volta do PT ao governo. Mais interessante é quando abrimos o dado por tipo de eleitorado.

O eleitor do Lula tem medo da continuidade do governo Bolsonaro. Eleitor do Bolsonaro tem mais medo da volta do PT. Mas eles não decidem eleição. São os eleitores swing que precisam ser conquistados. Nesse público, o medo de continuar é maior do que o medo de mudar.

Boa notícia para Lula: rejeição dele está caindo

Má notícia para Bolsonaro

Divulgados agora cedo, os dados sobre rejeição da última rodada da pesquisa PoderData mostram que, ao contrário do que parte da imprensa sugeriu, não há evidências de que possa estar havendo alguma erosão da candidatura do ex-presidente Lula, porque, como tenho insistido, a polarização faz com que essa eleição presidencial seja, antes de tudo, uma batalha de rejeições, seja a ele, seja a Jair Bolsonaro.

Lula teve 38% de declarações de que “não votaria de jeito nenhum” nele, seis pontos a menos (muito fora da margem de erro) do que o registrado há um mês atrás. Bolsonaro ficou nos mesmos 51% da pesquisa anterior, número que está em linha com o dos que consideram “ruim ou péssimo” o seu governo, 53%.

Nas respostas “é o único em quem votaria” e “poderia votar”, Lula soma 59% (44 e 15%, respectivamente), contra 45% de Bolsonaro (32 e 13%, em cada opção). Os quesitos “poderia votar” e “não votaria”, que aceitam várias respostas, explica o total maior que 100%.

A soma das decisões de voto cristalizadas na expressão “é o único em quem votaria” nos dois principais candidatos, que vai a 76%, considerada uma parcela de outros 10% que não votam válido (nulo, branco ou abstenção eleitoral real, não a “de cartório”, que tem muitas distorções) deixa algo em torno de 14% apenas dos votos flutuando e, pelo grau das rejeições, mais propícios escolher Lula que Bolsonaro.

Os números também ajudam a entender porque a estratégia do atual presidente é apostar na radicalização, no fanatismo e no medo. Ele quer e precisa consolidar sua base fiel, sem a qual não terá um ponto de partida para atrair os que, mesmo dizendo rejeitá-lo, possam recusar a escolha de Lula. Ou não foi assim com parte dos “moristas”?

A Lula, é preciso calma e prudência, para não se deixar alvejar pelo fogo da hipocrisia. Com o perdão pelo cacófato, é só a uma fé disforme o que tem Bolsonaro a agarrar-se, como se Deus fosse seu cabo eleitoral.

 por Fernando Brito - Tijolaço

Pesquisa presidencial Quaest/Genial divulgada hoje


Lula 51%

Bolsonaro 26%

Sejumoro 8%

Ciro Gomes 8%

Nanicos 8%

Se a eleição fosse hoje não haveria 2º turno. O ex-presidente Lula venceria no 1º.

Os números acima são dos votos válidos, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apura e divulga e diploma o eleito.





Pesquisa Ibop

 Notícia de primeira mão.

A partir da próxima quarta-feira (1º de fevereiro) o IBOP - Instituto Briguilino de Opinião Pública - inicia a temporada 2022 de pesquisas eleitorais. 

A primeira será sobre a campanha presidencial.

Que rufem os tambores.

Ibop

pesquisa