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GloboNews: jornalista reconhece parcialidade de Sérgio Moro

Twitter do dia

 

Diariamente Moro confessa que foi um juiz ladrão

 

Este vídeo acima é apenas um dos exemplos. Se vocês pesquisarem no Google irão encontrar muitos outros, dezenas.

Ontem quarta-feira (15), outro exemplo, o pré-candidato publicou um vídeo em resposta a declarações de Lula sobre a Petrobras e a Lava Jato.

Nele, o ex-juiz diz que o ex-presidente (Lula) deu uma entrevista afirmando que ele (Moro) e a Operação Lava Jato prejudicaram a Petrobras: “O ex-presidente diz que nós prejudicamos a Petrobras. Isso é mentira”. Ele se refere a ele e à Operação Lava Jato, que era uma das partes da qual ele deveria manter equidistância em relação à outra no processo que estava julgando, como “nós”.

Mais adiante, no mesmo pronunciamento, ele diz: “A Lava jato salvou a Petrobras, salvou a roubalheira e impediu que ela quebrasse”…

Sergio Moro não estava em uma posição ilegal dentro do processo, não só apenas afastado da equidistância obrigatória entre as partes. Sergio Moro se apresenta como tendo sido de uma das partes. Ele se define como parte de uma das partes.

“O que a gente fez na Lava Jato”. Foi ele quem disse isso. Está no vídeo acima e em muitos outros ao alcance de uma busca simples no Google.

O que Sergio Moro vem confessando repetida e publicamente nos últimos dias é que, sim, ele era um juiz parcial, um juiz ladrão, mas não por que não se mantinha equidistante das partes, é mais do que isso. Ele era parte de uma das partes.

O que ele vem confessando é que ele é muito, mas é muito ladrão.

por Vínicius Segala

Desafio

Vocês que vivem chamando ele de ladrão, aceitem o desafio e apresentem as provas ou criem vergonha na cara e reconheçam que Lula foi condenado por um juiz ladrão para impedir a vitória dele em 2018.

Um sujo falando de outro

Bolsonaro voltou a disparar suas baterias sobre Moro, agora atingindo o pupilo do ex-juiz, Deltan Dallagnol.

Em vídeo publicado no Twitter, ele acusa o ex-procurador da Lava Jato de tê-lo procurado para pedir que o nomeasse Procurador Geral da República em 2019 e de planejar uma campnah de desmoralização, caso este não concordasse.

Bolsonaro diz que, por saber da “armação”, recusou-se a conversar com Dallagnol que era “cotado nas redes sociais” para ser o PGR, assim como Moro era para o STF:

— Eu não ia indicá-lo para a PGR, mas ele ia sair com uma história pronta, como eles faziam com alguns depoimentos por ocasião da Lava Jato. Escreviam o depoimento e chamavam o cara para assinar. E ia falar o quê? Que eu teria feito uma proposta indecorosa para ele, para salvar um amigo, um parente. Então, como ele não aceitou, o Deltan Dallagnol ia me acusar do quê? De parcial!

Os últimos dias estão mostrando que Bolsonaro está interessado em “matar” no nascedouro a candidatura de Moro. E o caminho para isso, como faz no vídeo, é voltar a dirigir-se aos “bolsonaristas-raiz”, pedindo que partam para cima do ex-juiz, aumentando progressivamente o calibre dos petardos.

E “levantando a bola” de outras acusações, que ele próprio não está disposto a “bancar” pessoalmente, como as do vídeo que ele menciona, dedicado a apontar ligações entre Moro, Álvaro Dias e Alberto Youssef, o superdelator da Lava Jato.

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Como fica óbvio nas palavras de Bolsonaro ele sabia das armações que a quadrilha de Curitiba fez para impedir a candidatura de Lula em 2018. Moro esculhambe Bolsonaro e vice-versa. Eles se merecem. 

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