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21 setembro 2022

Elmano governador 13


Voto útil para derrotar o inútil

23 agosto 2022

O povo abraça Elmano


Voto útil para derrotar o inútil

19 agosto 2022

Elmano de Freitas #Time13


Voto útil para derrotar o inútil

Encontro de Lula com o povo em Belo Horizonte

11 agosto 2022

Agenda do Elmano: entrevistas


Voto útil para derrotar o inútil

09 agosto 2022

Camilo anuncia nome da candidata a vice de Elmano

Voto útil para derrotar o inútil

08 agosto 2022

Pesquisa eleitoral

Ontem duas pesquisas eleitorais para eleição presidencial deste ano "bombaram"!
Uma do *DataChrurrascaria a outra do *DataEstádio.
O levantamento apontou uma péssima tendência para Bolsonaro, a rejeição a ele não para de crescer.
*Créditos para Geovani de Moraes
Voto útil para derrotar o inútil

03 agosto 2022

Voto útil para derrotar o inútil

Este slogan definirá a vitória de Lula no primeiro turno. Envie pelo WhatsApp, Menssenger, Telegram Publique em todas suas redes sociais (Facebook, Instagram, Tumblr, Twitter etc...) Curta, comente, Compartilhe! Todo apoio é muito bem vindo. Equipe @LulaOficial

02 agosto 2022

Eleição 2022: meus candidatos

Se a eleição fosse hoje meus candidatos seriam:
Para presidente: Lula 13
Para senador: Camilo Santana 13
Para governador: Elmano Freitas 13
Para deputada federal: Luizianne Lins13
E para deputado (a) estadual, ainda não decidi.
Sou do Ceará!

Qual seriam seus candidatos se a eleição fosse hoje, e em qual Estado você vota?
Deixe sua resposta nos comentários.


14 junho 2022

O verme quer posar de vítima

Quando Bolsonaro critica e "desafia" o TSE, na realidade isto é uma maneira dele investir na tentativa de golpe. Ele e sua corja sabe que nas urnas, desde já estão derrotados, seja qual for o adversário de A a Z.

08 junho 2022

Bolsonaro cai, Lula vence no 1º turno

Economia e rejeição: estes são os principais motivos que apontam a vitória de Lula no primeiro turno, segundo a pesquisa do Genial/Quaest
  
Felipe Nunes, diretor da consultoria Quaest, fez uma análise sobre os dados da pesquisa divulgada hoje (08/06/2022) sobre a eleição presidencial brasileira, que acena com a provável vitória do ex-presidente Lula no 1ºturno.

Na pesquisa divulgada hoje quarta-feira, o petista abre 18 percentuais de vantagem e chega a 52,87% das intenções de voto.

De acordo com Nunes, há vários fatores que justificam a preferência dos eleitores brasileiros pelo ex-presidente. Ele ajuda a compreender cada um desses motivos no texto abaixo, publicado em seu Twitter:

Há algumas formas de explicar o favoritismo de Lula. A primeira delas é comparando a rejeição dos candidatos: na disputa entre os menos piores, Lula tem a menor taxa de rejeição entre os candidatos competitivos (40%), Bolsonaro tem a maior (60%).

A péssima percepção do eleitor sobre a situação econômica atual também ajuda a entender porque Lula está na frente: para 44% dos brasileiros, a economia é o principal problema enfrentado pelo país atualmente.

Quando dividimos a economia em sub-temas, identificamos que a inflação passou a ser o principal fator de preocupação do eleitor brasileiro. Em set/21, só 6% diziam que a inflação era o principal problema do país. Hoje, são 23%.

Para 57% dos brasileiros, está ficando mais difícil pagar as contas nos últimos meses, e 63% dizem que a economia brasileira piorou no último ano. Tudo isso ajuda a explicar por que o governo está tentando de tudo para diminuir a pressão inflacionária criada pelo aumento dos combustíveis.

Se para 66% dos brasileiros a situação econômica influencia muito ou mais ou menos o voto para presidente, Bolsonaro precisa encontrar saídas que tirem do seu colo a responsabilidade pelo problema.

E o presidente precisa fazer isso logo, porque cresceu o percentual de brasileiros que afirmam que é Bolsonaro o principal responsável pelo aumento nos preços dos combustíveis (passou de 24% para 28% em dois meses).

Para piorar, Bolsonaro enfrenta o candidato cujo governo é tido por 62% dos eleitores como o melhor da história recente para fazer seu salário ter mais poder de compra. Ou seja, até eleitores adversários reconhecem que o salário valia mais durante o governo Lula.

Mas não é só de economia que se faz uma eleição. Campanhas são guerras de narrativas que apelam para os sentimentos das pessoas. Por conta disso, nós testamos o ‘medo’ e o ‘merecimento’ na visão do eleitorado do país.

Mais da metade dos eleitores tem medo de que o atual governo continue (52%), enquanto 35% tem medo da volta do PT ao governo. Mais interessante é quando abrimos o dado por tipo de eleitorado.

O eleitor do Lula tem medo da continuidade do governo Bolsonaro. Eleitor do Bolsonaro tem mais medo da volta do PT. Mas eles não decidem eleição. São os eleitores swing que precisam ser conquistados. Nesse público, o medo de continuar é maior do que o medo de mudar.

05 junho 2022

Cartaz popular

Foi eleito várias vezes em eleição com urnas e apuração eletrônica. Agora que vê a derrota eminente insinua fraude, cabra safado, cria vergonha, verme imundo. 

02 junho 2022

No voto a verdade, por Alder Teixeira

Às vésperas das eleições de 2018, escrevi aqui que o voto era como o vinho: revelava o homem. A afirmação, claro, tinha como referência a máxima atribuída a Caio Plínio, mais conhecido como Plínio, o Velho, “in vino veritas”, no vinho, a verdade, em bom português. Com a expressão os antigos romanos queriam dizer que as pessoas, sob o efeito da bebida, perdiam a vergonha  ---  e se revelavam.
Havia na minha afirmação, por óbvio, uma certa dose de indignação com as chances do então candidato a presidente Jair Bolsonaro vencer a disputa no segundo turno com Fernando Haddad, o que se confirmaria pouco depois de publicado o meu texto.
Argumentava, à época, que não me parecia aceitável que pessoas esclarecidas, homens de bem, optassem por votar num candidato cuja vida pregressa havia sido pontuada por ilícitos, assumida vocação para a violência, envolvimento comprovado com milícias e incontáveis atitudes ofensivas contra mulheres e LGBTQIA+.
Nem me reportei, por lapso de memória, ao me sentar diante do computador, que o candidato fizera pouco antes apologia a torturadores, e falara aos quatro cantos ser um inimigo confesso da democracia e do Estado democrático de Direito.
Decorridos três anos e seis meses do pior governo de que se tem notícia no país, confirmando-se tudo aquilo que me parecia uma obviedade, volto ao tema, e o faço com a motivação de reafirmar as minhas palavras naquele decisivo momento da vida nacional. Sim, o voto, como o vinho, revela o homem.
Assim como o mapa de nossas preferências em cinema, em música, em literatura sempre dá aos outros e a nós mesmos uma boa imagem do que somos (repito de cor palavras do respeitado poeta e ensaísta Italo Moriconi, em ensaio muito conhecido), também as nossas escolhas políticas traçam um perfil psicológico e moral do que somos. Insisto: como o vinho, o voto revela o homem.
A depender de sua escolha, coisa de resto natural numa democracia, pode-se concluir como a pessoa pensa a economia, a saúde, de que forma se coloca diante dos problemas da sociedade e o que pretende para o seu futuro e dos outros; se respeita ou não as diferenças de raça, de gênero, o que entende por justiça, se é um ser pacífico ou afeito aos atos de violência, se valoriza a democracia e se é capaz de defendê-la como um bem precioso, a ser preservado contra as investidas de políticos autoritários e de militares inescrupulosos, oportunistas e reacionários.  Em resumo: qual o sentido ético de sua conduta social.
Numa democracia, é natural que se façam escolhas conflitantes, que se vote naquele candidato que melhor represente suas ideias sobre a vida em sociedade no que diz respeito à economia, à saúde, à educação, à segurança, às liberdades civis, à moradia, ao lazer e outras coisas mais. Esse voto é, assim, em metáfora, o vinho que dirá de você, revelando-o aos outros e a si próprio.
Se você votou em Bolsonaro, por exemplo, e continua a fazê-lo nas circunstâncias atuais, depois de todas as atrocidades cometidas por ele e seus apaniguados, tome tento, que dentro de você, numa ou noutra medida, pode habitar um inimigo da democracia, um homofóbico, um machista, um miliciano enrustido...
Quem sabe, e não são raros os casos conhecidos, possa habitar dentro de você, silenciado a custo, contido pelas forças do superego, um serial killer, desses que se insinuam nas redes sociais fazendo arminhas com o polegar e o indicador.

31 maio 2022

Lula: ninguém pode sentar na cadeira antes


(...) Mas, se eleito presidente pela terceira vez, a primeira coisa que farei depois da posse é marcar uma reunião com os 27 governadores, porque um presidente responsável tem de conversar com governadores, prefeitos, parlamentares, trabalhadores e empresários para resolver os problemas do país. Não ficar fazendo live para espalhar mentiras (fake news).
Lula presidente 2022

30 maio 2022

Artigo do dia, por Aldo Fornazieri

Datafolha, Lula, Bolsonaro e Tebet 

A pesquisa Datafolha causou grande impacto no meio político e jornalístico. Com uma diferença de 21 pontos de Lula sobre Bolsonaro (48 X 27), praticamente todos os indicadores do ex-presidente melhoraram e todos os do presidente pioraram. Ciro pontuou 7% e Simone Tebet 2%. Com os dados da pesquisa, Lula venceria no primeiro turno.

Como não é possível comparar, em termos absolutos, esta pesquisa com a pesquisa anterior do Datafolha, que trazia outros candidatos, e nem mesmo com pesquisas de outros institutos por conta das diferenças de metodologia e outros fatores, esta pesquisa precisa ser analisada pelos seus resultados em si. Mas em termos relativos, contudo, é verdadeira a afirmação de que os resultados obtidos por Lula melhoraram significativamente e os de Bolsonaro pioraram na mesma medida.

Já que não houve nenhum acontecimento de impacto que forneça uma explicação evidente para estes resultados, parece que eles se constituíram a partir de uma soma de alguns fatores. Aparentemente, as desistências de Sérgio Moro e de Dória influíram pouco nos dados da pesquisa.

Quais os fatores que contribuíram para a melhora dos indicadores de Lula? Em primeiro lugar, Lula conseguiu superar aquele momento de titubeante de abordagem de pontos que constituíam uma agenda negativa. O lançamento da pré-campanha Lula-Alckmin foi o momento da virada. O evento criou um clima positivo, tanto entre ativistas e militantes, quanto nos eleitores. As resistências a Alckmin se reduziram na esquerda e os eleitores de centro se sentiram mais confiantes em apostar em Lula.

Se o discurso de Lula mais centrado redimiu desconfianças, o seu casamento com Janja gerou empatia. As lembranças do eleitorado dos bons momentos do governo Lula, em termos econômicos e sociais, comparando com as aflições, sofrimentos, vicissitudes e desesperança sob o governo Bolsonaro, conferem inquestionável vantagem a Lula.

E aqui entram os fatores que provocam a deterioração dos indicadores de Bolsonaro. O mais importante é a crise econômica, a erosão do poder aquisitivo, o desemprego, a ausência de perspectiva de futuro. A miséria social e a fome se agravam. Andar pelo centro de São Paulo é um espetáculo deprimente: o número de moradores de rua é espantoso. As redes de solidariedade são unânimes em dizer que as estatísticas  da Prefeitura de São Paulo sobre o número de moradores de rua estão subestimadas. São homens, mulheres, crianças e famílias inteiras errantes nas ruas, trilhando as sendas do desespero do presente e da morte do futuro.

Mas não é só isso. Setores sociais crescentes, inclusive áreas de influência da direita, mostram-se cansados e exauridos pelas intermináveis arruaças que Bolsonaro promove diariamente. Ele não deu sossego em nenhum dia à sociedade: são brigas, intrigas e mentiras diárias. Esses setores percebem cada vez mais que Bolsonaro não governa, não trabalha. O governo age contra o povo. Não há plano para a economia. Paulo Guedes virou piada na opinião pública mais informada. A troca constante na presidência da Petrobras, sem que haja solução nenhuma para o preço dos combustíveis, contribuiu para mostrar que Bolsonaro e sua equipe econômica são incompetentes.

Parcela importante da sociedade cansou também da interminável e até assustadora defesa da liberação das armas. Essa situação se torna ainda mais preocupante com o crescimento de assaltos e da prática de crimes violentos de grande repercussão. A carnificina promovida pelas polícias do Rio de Janeiro e PRF vem causando repulsa em muita gente. A morte de Genivaldo de Jesus Santos na câmara de gás da Polícia Rodoviária Federal vem sendo vista como um crime bárbaro e como um cruel ato de desumanidade. É socialmente perceptível e inegável a associação dessa violência desmedida, covarde e inaceitável com a figura de Bolsonaro, até porque ele a defende publicamente.

Setores sociais significativos esgotaram sua paciência com os injustificáveis ataques às urnas eletrônicas, ao TSE e ao STF. Já se percebeu que eles são desprovidos de razão, de lógica e de justificativa. Eles também passaram para o campo da arruaça, por coisa de um encrenqueiro contumaz. A lista de passivos, de desatinos e de negatividades de Bolsonaro é longa. Vem sendo construída desde os primeiros dias de governo. Se é verdade que Bolsonaro é golpista e que deseja o golpe, muitos passaram a ver essa ameaça como uma fanfarronice.

Num primeiro olhar, a pesquisa Datafolha indica também a inviabilidade da terceira via. O espaço para uma candidatura de centro, contudo, continua existindo. Neste ponto é preciso prestar atenção para os dados da pesquisa espontânea: Lula aparece com 38% dos votos; não sabem, com 29%; e Bolsonaro com 22%. Esses 29% indicam a existência do espaço político e eleitoral para uma candidatura de centro Mas existem dois problemas: esse candidato não existe e o centro está desprovido de capacidade e de inteligência política para ocupar esse espaço. O PSDB escreveu o manual e a história de sua autodestruição e o MDB, com suas eternas divisões, não consegue engrenar de forma eficaz a candidatura de  Simone Tebet.

Se a candidatura de Tebet for capaz de reunir mais competência e inteligência em torno de si, ela poderá agregar votos de indecisos e de um possível derretimento maior de Bolsonaro. Mas para isto terá que escolher Bolsonaro como alvo a ser derrubado, o que parece difícil por conta da desinteligência que a cerca. Essa candidatura teria que dimensionar também claramente seus objetivos. Deveria considerar como objetivo e como êxito alcançar uma votação de dois dígitos. O que viesse acima disso seria lucro.

Mesmo considerando a posição privilegiada e confortável que a pesquisa Datafolha confere a Lula, é preciso levar em conta o fato de que o bolsonarismo agora volta suas baterias contra a campanha lulista. Isto porque a ameaça imediata a Bolsonaro, ao menos num primeiro momento, não é mais o possível crescimento de uma candidatura de centro, mas a vitória de Lula no primeiro turno. A artilharia robótica bolsonarista já direcionou seus ataques para frear esta possibilidade. O jogo será pesado e cruento. A campanha lulista deveria aprimorar sua estratégia digital para enfrentar a fábrica de mentiras e para assentar contra-ataques certeiros nas muralhas fendidas de Bolsonaro.

Aldo Fornazieri - Professor da Escola de Sociologia e Política, tem licenciatura em Física pela Universidade Federal de Santa Maria, é autor do livro Liderança e Poder
Lula presidente 2022

Pesquisa presidencial BTG/FSB


Conforme dados de pesquisa do Instituto FSB, feito sob encomenda do banco BTG/Pactual, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou a vantagem de intenções de votos para ser eleito pela 3ª vez presidente da República do Brasil.

Na pesquisa estimulada, Lula cresceu cinco pontos percentuais em relação ao levantamento realizado em 25 de abril. O presidente Jair Messias Bolsonaro estagnou e permanece com os mesmos números da pesquisa do mês passado.

Se a eleição fosse hoje Lula seria eleito no primeiro turno com 51% dos votos válidos.  
Lula presidente 2022

29 maio 2022

Tijolaço dominical


O processo social empurra Lula.

Medir, pesar, comparar.

É por isso que apesar da inclemente e constante campanha da grande mídia contra a honra de Lula o favoritismo do ex-presidente é crescente - nossa elite não admite, em hipótese alguma, que alguém que venha do povão possa governar o país  -.

Não cabe a Lula, portanto, “polarização” das eleições, mas à política de terra social arrasada que o conservadorismo brasileiro se entregou depois da derrubada da série de governos petistas que se iniciou em 2003.

Teve tudo o que precisava: ampla maioria parlamentar, apoio da mídia e do empresariado, instituições dóceis para com eles e ferozes com os então vencidos, ao ponto de encarcerar, com processos tão histéricos quanto frágeis, alguém que foi e ainda é considerado o melhor presidente que o país já teve. Mas, ainda assim, precisou apelar para um selvagem tosco e violento para conseguir ganhar a eleição.

Agora, nem com ele e com a estarrecedora transformação da religião em partido político isso parece ser possível repetir. Há mais de um ano, com a tal Terceira Via, buscaram uma alternativa e todos os caldos que saíram de seus caldeirões de feitiçaria naufragaram. Já quase não cabem nos dedos de uma mão os que se dissolveram por artificiais: Luciano Huck, Luiz Mandetta, João Amoedo, Alessandro Vieira. Rodrigo Pacheco, Sérgio Moro, Eduardo Leite e João Doria (obrigado pela lista, Bernardo Mello Franco).

Simone Tebet e Ciro Gomes restaram para fazer o papel de “fechar fila”, ao lado do desconhecido André Janones, sem nenhuma perspectiva plausível de virem a sair desta condição.

Bolsonaro engolfou a direita inapelavelmente, mas, ao fazê-lo, também deixou-a incapaz de ir além de seu próprio tamanho, perto de um terço do eleitorado.

Lula, ao contrário, ampliou-se e atinge o teto de intenções de voto em todas as suas candidaturas (48%) e um nível de rejeição (33%) comparável ao que tinha em 2002, em sua primeira eleição, quando tinha 31%.

Não se espante se ele caminhar para uma vantagem ainda maior de agora por diante.

É o processo social agindo, como dizia Leonel Brizola, na formação de uma consciência coletiva.

Publicado originalmente no Tijolaço, por Fernando Brito

28 maio 2022

Frase do dia

Bolsoasno disse que só Deus vai tirar ele lá do Palácio do Planalto. Ele vai aprender que a voz do Povo é a voz de Deus, e o Povo vai expulsar ele de lá. Não serei eu, não será o Alckmin. É o Povo!
 
Lula presidente 2022

25 abril 2022

Desratização política

Nesta eleição o objetivo principal é eleger candidatos que tenham democracia como princípio inegociável. Fazendo a escolha correta automaticamente será feita a desratização da política, pois a última coisa que um 🐀 bípede suporta é a democracia plena. Pesquise, analise criteriosamente o histórico do candidato que pretende eleger. Meu voto para presidente será em Lula, os demais 13. 
É o PT quem defende você!