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Remenber 2018, por Carlos Fernandes

Juro que tenho mais respeito por quem, numa disputa entre Lula e Bolsonaro, opta por Bolsonaro, do que por quem opta por se omitir.
Tomar partido é uma exigência da vida que requer coragem.
Nessa categoria de disputa, uma opção por Bolsonaro, por mais esdrúxula que possa ser, porque carrega junto a si um verdadeiro desprezo por tudo aquilo que é humano, é, pelo menos, sincera com a sua mesquinhez existencial.
Já manter-se deliberadamente omisso em uma batalha em que a depender do resultado gera consequências sabida e comprovadamente desastrosas para o conjunto de toda a sociedade, é ainda mais vergonhoso porque para além de tomar o mesmo partido de quem opta convictamente por Bolsonaro, se mostra, para além de toda a estultice, um reles covarde.
E a covardia, sabemos todos, é o âmago incondicional de todo machão frustrado.
Eis Ciro Gomes, que por mais uma vez e, segundo suas próprias palavras, "com ainda mais convicção", escolhe Bolsonaro sem, no entanto, sequer ter a decência e a coragem de assim admiti-lo.
Não devemos nos enganar, Jair Bolsonaro é responsável direto pelo assassinato de mais de 620 mil brasileiros.

Mas definitivamente não teria conseguido realizar o seu sonho de genocida se não fosse pela omissão (e portanto apoio) dos covardes que, como diria Desmond Tutu, uma vez ficando neutro em situações de injustiça, escolhem claramente o lado do opressor. 

Carlos Fernandes

Opinião do Briguilino: Depois da fuga para França em 2018 nada que venha de Ciro Paris Gomes me surpreende. Ele mergulhou nas profundezas e imundície mais nojenta da politicagem. Tudo fruto da inveja. #¿$?%!¡ amoral.