Lula e a política de preços da Petrobras

" Digo em alto e bom som: nós não vamos manter essa política de preços de aumento do gás e da gasolina que a Petrobras adotou por ter...

Responsabilidade fiscal

"...Sobre responsabilidade fiscal: Quando cheguei na Presidência, nós tínhamos uma dívida pública interna de 60% do PIB. Quando a Dilma terminou o mandato estava em 32%. Durante todos os anos consecutivos dos nossos governos, o Brasil foi o único país do G20 com superávit primário."

Lula Petrobras

Resposta de Lula sobre a lei do Teto de Gastos a jornalista da Rádio Gaúcha hoje de manhã. 

Chapa Lula/Alckmin?

 Eleição 2022 - A pergunta do momento é: a chapa Lula/Alckmin é conversa pra boi dormir ou uma possibilidade real?

Pelas últimas declarações de Lula e Geraldo Alckmim a conclussão de todos analistas políticos do país é que deve ser levado muito a sério essa dobradinha.

O que falta para ser concretizada esta aliança, qual ou quais nós precisam serem desatados?

De fato há apenas um nó a desatar. O candidato a governador de São Paulo. Lula não abre mão da candidatura de Fernando Haddad. Fora isso, tudo mais é possível.

Nestes dias eles se encontram para conversar e decidir, sim ou não.

A decisão será rápida.




Artigo do dia, por Paulo Batista Nogueira Junior

O nosso futuro está logo ali

Volto a fazer das tripas coração para falar do papel planetário que o Brasil será chamado a desempenhar em breve. O nosso futuro está logo ali, repito.

Não quero exagerar e muito menos assumir ares de profeta, mas sinto que corro esse risco outra vez, malgré moi même. Vou tentar segurar a onda.

Já escrevi sobre o papel planetário do nosso país em artigos anteriores desta coluna, publicados em julho e agosto últimos: “Brasil, país-planeta” e “A Rota da Boa Esperança”. Foram artigos meio delirantes, reconheço. Mas, desta vez, tenho o que os jornalistas chamam de “gancho”. E que “gancho”! Estou falando do sucesso retumbante da recente turnê europeia do ex-presidente Lula. Para surpresa de muitos aqui no Brasil, inclusive na esquerda, mas não para mim, o ex-presidente recebeu tratamento de chefe de Estado e liderança mundial nos vários países europeus que visitou.

Não tratarei da viagem propriamente dita, que foi amplamente comentada nas redes sociais, na mídia europeia e, até mesmo, ainda que com relutância, na mídia corporativa local. Gostaria apenas de ressaltar o que esse triunfo europeu pode prenunciar para um futuro governo Lula. Tentarei ser sereno e objetivo, ainda que os assuntos “Brasil” e “Brasil no mundo” tenham necessariamente forte carga emocional para nós, brasileiros.

A conjunção Brasil/Lula

Como ressaltou o próprio Lula, a recepção não foi somente a ele, mas ao grande país que é o Brasil. Bem sei que este grande país está irreconhecível, desde o golpe de 2016 e sobretudo com o governo Bolsonaro, mas os admiradores e interlocutores do Brasil na Europa estão torcendo para que isso seja só uma fase ruim. Eles sabem, por experiência própria, que fases ruins ou até péssimas fizeram parte da história de muitas grandes nações. Estão nos dando certo crédito, portanto. Evidentemente, a paciência tem limite, e se o Brasil reeleger o atual presidente, teremos esgotado nosso crédito como país na Europa e em outras partes do mundo. Mas é natural que Lula, que hoje lidera com folga todas as pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2022, tenha sido recebido com a atenção devida, como ex e possível futuro presidente de um dos gigantes do planeta.

Insisto num ponto crucial: Lula não teria nunca o impacto que teve e poderá ter, na Europa e no resto do mundo, se fosse o grande líder de um país pequeno. Pepe Mujica, por exemplo, é figura extraordinária, mas o Uruguai não constitui base suficiente para uma liderança mundial ou mesmo regional. Xanana Gusmão é outra liderança excepcional, uma espécie de Nelson Mandela no Sudeste Asiático, mas Timor-Leste é um país ainda menor que o Uruguai. O que faz a grande diferença. neste momento, é a conjunção Brasil/Lula.

Não vejo, francamente, exagero no que acabo de dizer. Pode bem ser que o leitor ou leitora tenha restrições sérias e legítimas a Lula, e tenha lido com espanto e até repulsa os parágrafos anteriores. Como muitos brasileiros, também tive e tenho discordâncias com Lula. E ninguém é herói de perto. Mal-acostumados que estamos de ter Lula como compatriota, preferimos, às vezes, lembrar seus erros e limitações. E, no entanto, o fato é que desde Nelson Mandela, não aparecia, num país de médio ou grande porte, uma liderança de alcance potencialmente universal.

Vácuo planetário, potencial do Brasil

Há um terceiro elemento que abre espaço para a conjunção Brasil/Lula. Refiro-me a certo vácuo de liderança no planeta. Quis o destino que ao Brasil tenha sido concedida a oportunidade de retomar seu rumo num momento em que o quadro internacional se vê dominado por tendências desagregadoras, que impedem a atuação coordenada e cooperativa dos países.

Estou me valendo, deliberadamente, de palavras fortes e ambiciosas para ressaltar a tremenda oportunidade que se abre para nosso país – não para liderar ninguém, mas para servir a uma causa maior. O Brasil nunca será um país arrogante. Lula também não peca por esse defeito e se mostra, aliás nesse ponto como em outros, tipicamente brasileiro, com notável capacidade de abrigar em si o que temos de melhor como povo. Não vamos nos apresentar, portanto, como candidatos a uma liderança que ninguém nos ofereceu e nem vai nos oferecer. Deixemos essa mania de se apresentar como “líderes mundiais” a nossos amigos dos Estados Unidos que, entra presidente, sai presidente, têm sempre a compulsão de se autoproclamar líderes se não do mundo, pelo menos do Ocidente.

Os europeus sabem desse vácuo mundial, agravado agora pela partida de Angela Merkel. Assim, veem Lula como um aliado na luta contra problemas que transcendem a órbita nacional ou mesmo europeia.

Com Lula na Presidência a partir de 2023, o Brasil recuperará influência e até protagonismo no G-20, nos Brics, na OMC, na ONU e em outras áreas. A quem possa estar duvidando disso, lembro um fato significativo. Se voltar mesmo à Presidência, Lula será, juntamente com Putin, o único líder dos Brics e do G-20 que estava presente em 2008 – ano da formação dos Brics e da transformação do G-20 em foro de líderes. Voltará à cena com uma experiência e vivência desses assuntos todos que quase ninguém mais tem.

Por uma dessas estranhas ironias de que a História está repleta, um país hoje reduzido à condição de pária no mundo, terá em pouco tempo grande presença nas questões que preocupam todos os povos, os europeus, os norte-americanos, os latinoamericanos e caribenhos, os asiáticos, os africanos. Presença na questão climática, no enfrentamento das pandemias, na luta contra a fome, a miséria e a desigualdade, na superação dos graves problemas da África, no combate à evasão fiscal dos super-ricos que mandam sua riqueza para paraísos fiscais, e assim por diante. Todos esses problemas dependem da cooperação entre os países, e não podem ser resolvidos no âmbito estritamente nacional, nem mesmo pelas principais potências.

De onde vem toda essa confiança na futura ação internacional do Brasil? Pode perguntar, desconfiado, o leitor ou a leitora. A desconfiança é mais do que justificada, eu sei. Mas, como expliquei nos artigos anteriores acima citados, o que venho escrevendo se baseia não em uma pretensiosa e misteriosa capacidade de antecipar o futuro, mas em vivências. Sintetizo o que disse nesses artigos em uma frase: fui testemunha e participante da da ascensão do Brasil no mundo durante o governo Lula e, em menor medida, no governo Dilma. Foi um longo período em que nosso país se mostrou capaz, finalmente, de se comportar à altura das suas dimensões e do seu potencial de atuação no campo mundial. E a contribuição brasileira foi positiva não apenas para nós, mas também para outros países.

Queria acrescentar um aspecto que não mencionei nos artigos anteriores. Quando fui para o exterior trabalhar como diretor executivo no FMI, em 2007, o meu nacionalismo era forte, arraigado, corria no sangue, por assim dizer. Mas tinha algo de estreito, de exclusivista, de brasileiro, apenas brasileiro. Nos mais de dez anos que passaria no exterior, fui me dando conta de que o Brasil irradiava para o resto do mundo, naquele período, uma mensagem diferente e mais ampla. Não era apenas um grande país lutando com unhas e dentes por seus interesses, mas algo mais – uma nação que se mostrava, como nenhuma das demais grandes nações, capaz de acolher generosa e cooperativamente os interesses e as aspirações de outros países, grandes ou pequenos, ricos ou pobres, semelhantes ou diferentes, próximos ou distantes. Fui compreendendo, aos poucos, não por leituras ou estudo, mas nos contatos com países de todos os cantos do planeta, que o projeto nacional brasileiro não podia ser exclusivista, apenas nacional, apenas brasileiro. Que precisaria ser universal.

Assim como Dostoievski profetizou, no século 19, que a Rússia traria uma Palavra Nova para o mundo, assim mesmo com letras maiúsculas – e de fato traria no século 20, como sabemos, ainda que de forma polêmica e tumultuada –, o Brasil parece estar destinado a trazer uma Palavra Nova no século 21. Uma mensagem de cooperação, solidariedade, compreensão e justiça. Mensagem que se faz necessária agora, talvez mais do que nunca, para uma humanidade que se vê ameaçada pela crise climática, por pandemias, por guerras e ameaças de guerra, pela desigualdade e pela miséria em que tantos ainda vivem.

Lula está visivelmente consciente do papel que poderá desempenhar. Veja-se, por exemplo, a abertura do discurso que proferiu no Parlamento Europeu, no dia 15 de novembro. Basta citar a primeira frase: “Eu quero começar falando não da América Latina, nem da União Europeia, nem de algum país, continente ou bloco econômico em particular, e sim do vasto mundo em que vivemos todos nós – latino-americanos, europeus, africanos, asiáticos, seres humanos das mais diferentes origens.”

A extrema-direita não está morta

Não quero me empolgar demais. Peço a sua compreensão, leitor ou leitora. Os brasileiros que amam nosso país, depois de anos de intenso sofrimento, estão vislumbrando um reencontro com o futuro e, como no verso de Fernando Pessoa, “rindo como quem em chorado muito”. Apresso-me, porém, a fazer uma ressalva. Quando falo em “destino” talvez não esteja usando a palavra certa. Melhor seria falar – quem sabe? – em “oportunidade”, ou em “oportunidade histórica”. Mas essas palavras, meio batidas, não têm a carga emotiva do “destino”, a carga emotiva à altura do desafio, imenso desafio, que se abre para o Brasil e que procurei resumir acima.

Seja como for, volto a repetir o que disse em um dos artigos anteriores: nada impede que o Brasil continue infiel a seu destino, chafurdando na mediocridade, na injustiça e no egoísmo. A nossa escolha é entre um destino planetário e a extrema-direita, com Moro ou, o que pareceria mais factível, reelegendo Bolsonaro.

Não vamos nos iludir. O bolsonarismo faz parte de um movimento internacional, que sofreu grande revés com a derrota de Trump em 2020, mas que está longe, muito longe de liquidado. Basta ver o que está acontecendo, por exemplo, no Chile, ou na França e em outros países europeus. Aliás, outro fator que explica a recepção a Lula na Europa é a percepção de muitos políticos europeus de que ele é um aliado importante contra uma extrema-direita perigosa, que conta com apoio expressivo em vários países desenvolvidos.

Crise profunda, recuperação rápida

Vou terminando. Eu sei que muito do que escrevi pode parecer exagerado, extravagante e até fantasioso. Os anos recentes foram excruciantes, não há dúvida. Corroeram nossas energias, abalaram nossas esperanças, talvez de modo irrecuperável. Mas não acredito.

Parece-me importante não alimentar o negativo. Boa parte dos brasileiros, desiludidos de sonhar, dedicam-se agora a cultivar pesadelos, com esmero e carinho. Afirma-se, por exemplo, que a destruição em curso coloca uma tarefa impossível para o País, que o desmonte do aparato estatal irá impossibilitar a ação do novo governo por longo tempo, que a desmoralização internacional do Brasil levará muitos anos para ser superada.

O que mostra, porém, o périplo europeu de Lula? Entre outras coisas, que a recuperação do prestígio brasileiro no exterior pode levar semanas, e não anos. Pode parecer mais uma extravagância da minha parte. Mas é que quanto mais funda a crise, mais rápida e surpreendente pode ser a recuperação. Nem sempre se leva na devida conta a dinâmica própria das crises nacionais e da sua superação. Ao sair de dificuldades avassaladoras, um país encontra de repente energias e meios que nem sabia que existiam. Os primeiros sucessos, ainda que incipientes e pequenos, geram uma recuperação do ânimo e, sem muita demora, vai se consolidando a percepção de que a crise será superada e que, com o sofrimento, muito se aprendeu que nos valerá na fase de regeneração e expansão. 

E compreenderemos como é verdadeira a advertência de Nietzsche: “Da escola de guerra da vida – o que não nos mata, nos torna mais forte”. O Brasil sobreviveu e está se aprontando para retomar o seu caminho, o seu destino planetário.

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Email: paulonbjr@hotmail.com; Twitter: @paulonbj;Canal YouTube: youtube.nogueirabatista.com.br; Portal: www.nogueirabatista.com.br
Paulo Batista Nogueira Junior 

Deltan Dallagnol foi estilingue, hoje é vidraça

No GGN o jornalista Luis Nassif mostra com detalhes o repentino e impressionante crescimento dos negócios da família Dallagnol, do famigerado...Blog do Briguilino 

Psiquiatria

O teste da banheira 
Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor:
- Qual é o critério pelo qual eles decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
O diretor respondeu:
- Enchemos uma banheira com água e oferecemos ao paciente uma colher, um copo e um balde e pedimos que esvazie. De acordo com a maneira como ele decide esvaziá-lo, decidimos se o internaremos ou não.
- Ah! Entendi. Uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher, né? O diretor responde:
- Não. Uma pessoa normal removeria o tampão do esgoto. O que você prefere, quarto privado ou compartilhado?

A vida tem mais opções do que imaginamos, basta olhar com mais atenção.
Agora diga a verdade...Você também escolheu o balde, certo? Eu já sabia. Somos todos loucos. 🌺

De pertinho ninguém é normal 
Recebido por e-mail do Desenfreado

Todo pedestal é uma prisão

Se alguém te colocar em um pedestal, desça. Todo pedestal é uma prisão. 

Deixe as pessoas verem o imperfeito, o real, falho, subtil, a pessoa estranha, bonita e mágica que você é

Permita-se ser mal vista, mal falada, mal avaliada! 

Permita que se enganem a seu respeito, que dêem risadinhas pelas costas! 

Permita que julguem, que cochichem, que acreditem saber quem você é!

Permita que te "olhem torto", que se afastem, que te excluam, que te rejeitem, que te cancelem! 

Deixe sua reputação cair por terra, enfrente seu maior pesadelo! E veja que SIM, isso acaba em morte! 

Morte desta que era escrava "dos outros". E então viva, viva livre e sem medo. Porque o "outro" não tem mais poder sobre você .

 Preocupe-se mais com a sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam de você. 

E o que os outros pensam, é problema deles .

 Você não precisa ser perfeito. Você não é um robô nem um daqueles super heróis. 

Honre a sua humanidade. Hoje eu me despeço das idealizações que as pessoas que eu amo projetaram em mim. 

Pouco a pouco eu deixo cair a máscara da mulher boazinha, perfeita, que está sempre pronta, agrada todo mundo e não comete erros. Essa que em vários momentos se anulou para cumprir as expectativas alheias, por medo de perder o amor e admiração delas.

 Percebi que não ser capaz de frustrar os outros faz a gente desrespeitar os nossos limites e ser escravo das expectativas deles. 

Você precisa deixar que os outros se decepcionem com você. Faz um favor para você? Procure abrir mão do medo de decepcionar os outros. Se dê a chance de ser livre e frustrar as expectativas que colocam em cima de você. 

Hoje eu me permito decepcionar os outros, honrando as minhas necessidades. Eu me dou o direto de dizer NÃO quando eu não estiver a fim de fazer alguma coisa. 

Decidi abraçar meus limites e minhas imperfeições. Decidi ser real. Pessoas reais são lindas. Nada é mais maravilhoso do que ser real. 

É tão bom quando a gente entende que não precisa ser perfeito, que não precisa ser aceito, não precisa agradar todo mundo, só precisa ser quem somos.   🌹
de Rana Vitória 
Pinçado do facebook da prima Socorro Teixeira Cruz

Primeira MP de Lula em 2023

Espero que esta publicação - sugestão - chegue ao nosso futuro - novamente - presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Que no primeiro dia como presidente eleito em 2022 Lula assine uma medida provisória extinguindo o Auxilio Brasil e instituindo o Renda Mínima de meio salário minimo para todos brasileiros que recebam menos que este valor, exemplo: se o cidadão tem uma renda de 400 reais receberá mais duzentos.

A segunda medida provisória que o presidente Lula deve assinar em 2023 é... isso é assunto para outra postagem... 

Duas faces da mesma moeda? por Rafael Patto

O jornalismo brasileiro é uma das coisas mais patéticas e previsíveis que eu conheço.

O rebuliço que está se fazendo por conta de declarações do Lula em entrevista ao El País que, descontextualizadas, poderiam dar a entender que ele, Lula, seria um "simpatizante" de governos de esquerda com pendores autoritários (como o de daniel ortega na Nicarágua) é mais uma prova do quanto a imprensa brasileira não aprende com seus próprios erros. Essa orientação conservadora e vocação golpista dos veículos tradicionais da imprensa tupiniquim é que criaram as condições atmosféricas para que descambássemos até onde estamos hoje, sob um governo que ameaça diuturnamente as instituições desse país, entre elas a própria imprensa.

Querem pintar Lula como um extremista de esquerda, tanto quanto bolsonaro é um extremista de direita.

Sério: estamos em 1989? Trinta e dois anos atrás, quando Lula era relativamente uma "novidade" no xadrez político nacional, até daria para emplacar a ideia de que ele representava uma ameaça radical. Só que, desde então, ele disputou cinco eleições. Venceu duas. Governou por oito anos. Fez sua sucessora, que governou por outros cinco anos, até ter sofrido o golpe parlamentar que a destituiu do cargo com a ajuda dessa mesma imprensa e desse mesmo "jornalismo". Em treze anos de governos do PT, que dia Lula ou Dilma deixaram entrever algum tipo de assanhamento autoritário? Que atitude de seus governos sugeriria ainda que veladamente alguma intenção ou algum projeto extremista?

Francamente, estamos atravessando o pior momento da nossa história desde a ditadura e o "jornalismo" brasileiro tem a capacidade de tratar Lula e bolsonaro como "duas faces de uma mesma moeda"?

Para quem a imprensa brasileira pensa que está falando? Para o público de 1989, tempo em que até o famigerado muro de Berlim ainda estava de pé? A desconexão do jornalismo brasileiro com o momento histórico que estamos vivendo só não é ainda mais criminosa porque a audiência dessa imprensa caduca vem minguando a cada dia.

Essa conversa de que Lula e bolsonaro são extremistas só atinge a uma parcelinha diminuta dos brasileiros que, mesmo tendo se beneficiado muito na década passada e mesmo estando sofrendo perdas recentes no padrão de vida, ainda sentem "nojinho" de reconhecer que Lula foi o melhor presidente da nossa história. Mais um tipo de negacionismo, este alimentado por preconceitos fossilizados.

Ao fabricar e vender esse discurso de que Lula e bolsonaro representam a "mesma ameaça autoritária", a imprensa insiste em apostar na fracassada ideia da "terceira via". Ridículo! Não existe terceira via. A questão que está colocada para os que não se situam em nenhum dos polos é: eles entenderão o ponto de inflexão civilizatória que estamos vivendo e saberão se posicionar do lado que já mostrou que sabe dialogar e que já provou por A + B que tem respeito pelas instituições e apreço pela democracia, ou posarão NOVAMENTE de isentões, se omitindo no combate ao campo que atua como uma seita fundamentalista, uma quadrilha criminosa que se vale da violência até mesmo como linguagem?

Quando formos contar para os nossos netos a história desses dias de hoje, como iremos nos situar nesse enredo? E não vai adiantar contar a história em terceira pessoa. Mais cedo ou mais tarde, a criança saberá de que lado estivemos, o que fizemos e não deveríamos ter feito, ou o que não fizemos e poderíamos ter feito.
Rafael Patto 

O que não pode faltar na Ceia do Natal?

Bom dia!
O que jamais pode faltar na Ceia do Natal da nossa família já faltou até a Ceia. Mas, nunca faltou Amor. E se Deus quiser nunca há de faltar.
Não sobra porque Amor nunca, jamais será demais. 

Desonestidade intelectual, por Rafael Patto

Quem compara Lula e bolsonaro, estabelecendo uma equivalência de personalidades, como se o Lula estivesse para a esquerda do espectro político-ideológico assim como bolsonaro está para a direita, é mau-caráter. Isso é banditismo argumentativo, desonestidade intelectual.

Qualquer discurso, pronunciamento ou entrevista do Lula são uma aula de História do Brasil. As falas de Lula são racionais, coerentes, fundamentadas. 

Por outro lado, bolsonaro é um mistificador, um mitômano compulsivo. Um bravateiro apelativo e sensacionalista. 

A palavra que talvez melhor traduza a trajetória de vida e política do Lula é resiliência: um retirante nordestino que tinha tudo para ter dado errado na vida (aliás, poderia ter morrido de desnutrição ainda criança ou mesmo nem ter nascido vivo) veio para o sudeste,  concluiu um curso profissionalizante e se tornou um líder sindical que mobilizou os trabalhadores do maior polo metalúrgico do país nas mais grandiosas e pacíficas manifestações grevistas de que se tem notícia no período da ditadura. Depois disso, fundou o maior partido político de esquerda do mundo e se tornou o Presidente que operou a maior transformação na fisionomia social que já se viu na história dessa repútrida.

Enquanto isso, onde estava bolsonaro? Sendo expurgado do exército e se associando ao que há de mais espúrio no submundo do estado paralelo no Rio de Janeiro. Em três décadas como parlamentar, não fez nada de relevante. Não apresentou sequer um projeto de lei de interesse social. Unzinho que fosse. De seu longo período como deputado, o que temos conhecimento é do recebimento indevido do auxílio-moradia (usado, segundo ele mesmo, para "comer gente"), da ameaça de estupro a uma colega, e de seus discursos misóginos, racistas e homofóbicos, além da ovação à ditadura e a um de seus mais deploráveis torturadores: carlos brilhante ustra.

Lula jamais pregou o ódio. Muito pelo contrário. Lula sempre semeou o bem. Onde quer que ele esteja, sempre haverá por perto alguém para abraçá-lo e agradecê-lo, como fez a hoje cientista política beninense que estudou na UFRJ, contemplada por um dos programas de intercâmbio implementados em seu governo, dentro da orientação geopolítica do Itamaraty, sob o então luxuoso comando do ministro Celso Amorim, que priorizava as relações de cooperação Sul-Sul, no lugar do velho viralatismo e submissão aos estados unidos.

E não é só uma estudante africana que reconhece o valor do Presidente Lula. Em viagem por esses dias a alguns países europeus, Lula foi tratado com honras de Estadista. Proseou por horas com o presidente francês em Paris. Foi recebido pelo primeiro-ministro espanhol em Madri e, na Bélgica, foi aplaudido de pé por parlamentares da União Europeia.

Reconheçamos: isso é uma desmoralização para o bolsonaro. E para o sergio moro também!  O mundo inteiro reconhece Lula como uma das maiores lideranças democráticas do nosso tempo, como alguém que contribui como poucos para o diálogo e entendimento entre os povos e nações. Nenhuma autoridade relevante do planeta enxerga Lula como um ex-presidiário, porque todos sabem, todos sabemos, que a condenação do Lula foi um arranjo sórdido para inviabilizar sua candidatura à presidência em 2018. 

Bem diferente do respeito e admiração que Lula recebe por toda parte, quando bolsonaro viaja, na condição de representante do Estado Brasileiro, ele só desperta rejeição e constrangimento. Os líderes mundiais o evitam. Os povos o abominam. Em qualquer foto oficial de qualquer evento, fica nítido o desconforto de bolsonaro, que no íntimo sabe que é ridicularizado pelas demais lideranças mundiais. Pegue uma dessas fotos, com essa triste e mal-ajambrada figura, e contraste com as fotos dos tempos do Lula e sua presença solar naqueles registros, sempre leve, sorridente, naturalmente descontraído.

Portanto, se querem comparar Lula e bolsonaro, comparem. É bom que comparem. É desejável que comparem. Mas sejam honestos. Um bom termo de comparação entre eles é a constatação de que Lula é um cidadão do mundo. Ao passo que bolsonaro não passa de um soldadinho desqualificado da milícia carioca.

E o moro? Bem, já que eu falei nele, sergio moro consegue ser no máximo um garoto-propaganda da tacanhice deslumbrada e provinciana das pseudo-elites agrárias de um Brasil anacrônico e iletrado.
Rafael Patto 

Vale-gás

Projeto sancionado hoje por Jair Bolsonaro é ideia do deputado federal Carlos Zarattini (PT/SP). 

É bom saber para não ser enganado por propaganda enganosa patrocinada pelo mentiroso-mor e sua curriola de puxa-saco. 

Pegou a visão?

Juiz ladrão, rouba mais uma vez

Pois não é que Sérgio Moro inicia a campanha roubando um slogan de Lula...

Tem jeito não, esse sujeito é viciado em roubar.

247 - Internautas acusaram o ex-juiz Sergio Moro, que irá se filiar ao Podemos esta semana para se candidatar à presidência, de plagiar o ex-presidente Lula em postagem nas suas redes. 

As fotos abaixo mostram a semelhança de detalhes entre as duas imagens.

“Pelo amor de deus o juiz roubou o slogan do cara que ele condenou”, disse um internauta. 

Alguma dúvida?

Eleição 2022: Lula lidera com folga

Brasil 247 - Pesquisa XP/Ipespe, feita de 25 a 28 de outubro e divulgada nesta quarta-feira (3), aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto, com 42% do eleitorado. Jair Bolsonaro fica em segundo lugar, com 28%. Os dados foram publicados pelo jornal Valor Econômico.

Na sequência aparecem o ex-ministro Ciro Gomes, do PDT (11%), o governador de São Paulo, João Doria, do PSDB (4%), o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (3%), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), 2%.

No cenário que inclui o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, também do PSDB, Lula alcança 41%, seguido por Bolsonaro (25%) e por Ciro (9%). Depois aparecem Sérgio Moro (8%), e, com 3% cada, estão Mandetta, o apresentador José Luiz Datena e Eduardo Leite. Pacheco atinge 2% e a senadora Simone Tebet, do MDB, 1%.

Segundo turno - Na simulação de segundo turno, Lula vence todos os candidatos. Contra Bolsonaro, o petista ganha por 50 a 32%.

Contra Moro, Lula vence por 52% a 34%. Na disputa com Ciro, o ex-presidente atinge 49%, ante 29% do pedetista. 

Em disputa contra Doria, Lula receberia 51% e o tucano, 27%. Com Eduardo Leite, o resultado seria de 50% a 28%.

O levantamento foi feito com 1.000 entrevistados com 16 anos ou mais, em todas as regiões do país. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou menos e o intervalo de confiança é de 95,5%.

P.S - Vamos trabalhar pra eleger Lula é no primeiro turno. Não é fácil, mas é possível.

Mentira sobre criação de empregos em 2020 é revelada

Blog do Briguilino: Mentira sobre criação de empregos em 2020 é revelada: 46,8% é a diferença entre o número real de empregos gerados o ano passado (2020) e o número publicado e comemorado pelo desgoverno Federal. ...

Pec dos precatórios

É muito bom que a população saiba que a pec dos precatórios retira dinheiro dos Estados. Por exemplo:
O Ceará deixaria de receber uns três bilhões de reais.

Cearense, preste atenção e cobre do seu deputado federal e senador que vote contra.

Que o governo federal pague menos aos banqueiros e mais aos beneficiados pelo Bolsa Família.

Prêmio Coragem Política 2021

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi escolhido pela revista Politique Internationale, da França, para receber o Prêmio Coragem Política 2021. De acordo com a publicação, Lula foi escolhido por seu trabalho como presidente do Brasil entre 2003 e 2011. A revista diz que as gestões de Lula são “uma obra marcada pelo desejo de promover a igualdade racial e social em seu país”, ressaltando que, na sua gestão, 30 milhões de brasileiros saíram da pobreza.

No anúncio da decisão, a Politique Internationale também afirma que Lula “volta a encarnar a esperança aos olhos de uma grande maioria dos seus compatriotas, decepcionados com a gestão de Bolsonaro”.

Além dos resultados alcançados como presidente, também a postura de Lula diante da perseguição de que foi alvo é motivo para que ele receba o prêmio. A revista destaca “a tenacidade exemplar que demonstrou perante as perseguições políticas e judiciais de que foi alvo — esforços recompensados com a decisão do Supremo Tribunal Federal de anular as suas condenações”.

Lula receberá o Prêmio em Paris no dia 17 de novembro na presença de inúmeras personalidades. A visita à capital francesa é parte de uma viagem em que o ex-presidente participará de diversas agendas com líderes políticos e sociais europeus. Nestes eventos, Lula deverá lembrar o papel que o Brasil já desempenhou no cenário internacional e como é possível recuperar a imagem do país.

O Prêmio Coragem Política é distribuído pela revista desde 1981, sempre que reconhecem em alguma personalidade as qualidades necessárias a uma liderança. A premiação já foi concedida ao papa João Paulo II; aos prêmio Nobel da Paz Anouar el Sadate, ex-presidente do Egito, e Frederik De Klerk, ex-presidente da África do Sul.